Direito de Familia

Coleta de DNA: campanha convoca familiares de desaparecidos

ResumoA 4ª edição da campanha de coleta de DNA para familiares de desaparecidos começa na segunda-feira (24). A ação oferece 334 pontos de atendimento nas 27 unidades da Federação, com coleta gratuita e indolor. A campanha convoca parentes para doar material genético, visando auxiliar na identificação de pessoas desaparecidas.

Começa segunda (24) a 4ª edição da campanha que convoca familiares de desaparecidos para doar DNA. São 334 pontos nas 27 unidades da Federação. Coleta é gratuita e indolor; veja o que levar.

Dr. Adelmo Brandão Pacheco
Por Dr. Adelmo Brandão PachecoJuiz aposentado e comentarista de processo penal
Brasília · 25 de agosto de 2026 · 1 min de leitura
Coleta de DNA: campanha convoca familiares de desaparecidos

Começa na segunda-feira (24) uma força-tarefa em todo o país para convocar familiares de pessoas desaparecidas a doarem amostras de DNA. São 334 pontos distribuídos nas 27 unidades da Federação, e a mobilização segue até sexta-feira (28).

É a quarta edição de uma campanha organizada pelo governo federal em parceria com as secretarias de segurança pública. O objetivo é ampliar o banco de perfis genéticos de familiares, permitindo o cruzamento com dados de pessoas encontradas vivas ou falecidas com identidade desconhecida, registrados nos bancos estaduais, distrital e nacional.

Quem quiser participar deve levar um documento de identificação e as informações do Boletim de Ocorrência do desaparecimento: número, estado de registro e delegacia. A coleta é gratuita e indolor. O Ministério da Justiça recomenda que, preferencialmente, compareçam familiares de primeiro grau, como pai, mãe, irmãos ou filhos.

Em nota, o ministério definiu a campanha como "uma ferramenta a mais para localização de pessoas desaparecidas, e uma chance para famílias que ainda não tenham doado o seu material genético". A coordenação informa que, em caso de resultado positivo na comparação do perfil genético, a instituição responsável entrará em contato com o familiar doador.

Do ponto de vista técnico, a iniciativa amplia a base de dados genéticos, o que tende a aumentar as chances de identificação ao longo do tempo. Ainda assim, é prudente que os familiares confirmem, junto aos pontos de coleta, os documentos exigidos e os horários de atendimento, já que a organização pode variar localmente.

Leia também

Publicidade