# PM relata ao STF falha de sinal da tornozeleira de Bolsonaro

> A Polícia Militar do Distrito Federal relatou ao Supremo Tribunal Federal uma falha de sinal na tornozeleira eletrônica de Jair Bolsonaro. O documento especifica horários e duração da interrupção, levantando questionamentos sobre o monitoramento do ex-presidente. A ocorrência foi registrada e comunicada oficialmente à Corte.

*IDECrim · Direito do Trabalhador · 28 de junho de 2026 · Sun-hee Vasconcelos Lima*

A Polícia Militar do Distrito Federal enviou ao STF um relatório sobre falha de sinal na tornozeleira eletrônica de Jair Bolsonaro. O documento detalha horários e duração da interrupção, levantando questões sobre os protocolos de monitoramento e os direitos do investigado no sist

## PM relata ao STF falha de sinal da tornozeleira de Bolsonaro: entenda os direitos e os protocolos

A Polícia Militar do Distrito Federal enviou ao Supremo Tribunal Federal um relatório técnico sobre falha de sinal na tornozeleira eletrônica de Jair Bolsonaro. O documento, protocolado em maio de 2026, detalha que o equipamento apresentou interrupções na transmissão de dados por curtos períodos, sem indicar violação da área monitorada. A falha de sinal da tornozeleira de Bolsonaro reacende o debate sobre a confiabilidade dos dispositivos de monitoramento e os direitos de quem cumpre medidas cautelares.

A PM relata ao STF falha de sinal da tornozeleira de Bolsonaro em horários específicos, com duração total inferior a 30 minutos. O relatório não aponta descumprimento de medida restritiva, mas recomenda verificação técnica do equipamento. A situação levanta dúvidas comuns entre famílias de pessoas monitoradas: o que acontece quando o sinal cai? O monitorado pode ser punido por falha técnica?

## O relatório da PM sobre a falha de sinal

O documento enviado pela Polícia Militar do DF ao STF contém registros detalhados dos eventos. Segundo a PM, a tornozeleira eletrônica de Bolsonaro ficou sem sinal por três períodos distintos, todos em maio de 2026. Em cada ocorrência, a central de monitoramento tentou contato telefônico e não obteve resposta imediata. O relatório conclui que não houve violação de perímetro nem indício de adulteração do equipamento.

A PM relata ao STF falha de sinal da tornozeleira de Bolsonaro com base nos logs do sistema de monitoramento. A central registrou perda de comunicação por 12 minutos no dia 3 de maio, 8 minutos no dia 7 e 9 minutos no dia 14. Em todos os casos, o sinal foi restabelecido automaticamente, sem necessidade de intervenção presencial.

## Direitos do monitorado em caso de falha técnica

A Lei de Execução Penal (Lei 7.210/1984) e a Resolução 421/2021 do Conselho Nacional de Justiça estabelecem regras claras para o monitoramento eletrônico. Quando a falha de sinal é comprovadamente técnica, como relatado no caso de Bolsonaro, o monitorado não pode ser responsabilizado. O artigo 146-B da LEP prevê que a fiscalização deve considerar as condições reais do equipamento.

A PM relata ao STF falha de sinal da tornozeleira de Bolsonaro como evento técnico, e não como descumprimento de medida. Especialistas em execução penal ouvidos pela Defensoria Pública explicam que a falha de sinal da tornozeleira de Bolsonaro não configura crime de desobediência nem quebra de cautelar. O que importa é a ausência de violação de perímetro e a manutenção do contato posterior com a central.

## Protocolos da central de monitoramento

Quando a tornozeleira perde sinal, a central segue um protocolo padrão: primeiro, tenta contato telefônico com o monitorado e seus familiares. Se não há resposta em 30 minutos, uma viatura é deslocada ao endereço cadastrado. No caso de Bolsonaro, a PM relata ao STF falha de sinal da tornozeleira de Bolsonaro com tentativas de contato que não foram atendidas, mas o sinal voltou antes do prazo de deslocamento.

O relatório da PM ao STF sobre a falha de sinal da tornozeleira de Bolsonaro direitos do monitorado eletrônico detalha que a central registrou as tentativas de ligação. A falha de sinal da tornozeleira de Bolsonaro foi classificada como "evento técnico de baixa criticidade" no sistema. Esse tipo de ocorrência é comum em equipamentos de rastreamento, especialmente em áreas com cobertura de rede instável.

## O que diz a lei sobre falhas técnicas

A Resolução 421/2021 do CNJ determina que o juiz deve ser informado de qualquer falha técnica no monitoramento. A PM relata ao STF falha de sinal da tornozeleira de Bolsonaro exatamente para cumprir essa exigência. O relatório inclui prints dos logs, horários e a conclusão técnica.

A falha de sinal da tornozeleira de Bolsonaro não altera o cumprimento das demais medidas cautelares impostas pelo STF. O ex-presidente continua obrigado a não se ausentar do Distrito Federal, não manter contato com outros investigados e comparecer a atos processuais. A falha técnica, isoladamente, não gera consequências jurídicas.

## Perguntas frequentes

### A falha de sinal pode gerar prisão?

Não. A falha técnica comprovada não configura descumprimento de medida cautelar. A PM relata ao STF falha de sinal da tornozeleira de Bolsonaro como evento técnico, sem indício de adulteração.

### O monitorado precisa justificar a falha?

Sim. A central tenta contato e o monitorado deve explicar o ocorrido. Se o sinal caiu por falta de bateria ou dano intencional, aí sim pode haver consequências.

### A tornozeleira de Bolsonaro foi adulterada?

Não há indício de adulteração. A PM relata ao STF falha de sinal da tornozeleira de Bolsonaro como falha de transmissão, comum em equipamentos eletrônicos.

### Quanto tempo de falha é tolerado?

Não há prazo exato na lei. Cada caso é analisado individualmente pelo juiz. Falhas curtas e esporádicas, como as relatadas, são consideradas normais.

### O que fazer se a tornozeleira falhar?

Manter contato com a central, registrar o ocorrido e, se possível, buscar assistência técnica. A Defensoria Pública orienta que o monitorado documente tudo.

### A PM pode ser responsabilizada pela falha?

Não. A PM apenas opera o sistema de monitoramento. A responsabilidade pela manutenção dos equipamentos é da empresa contratada e do Estado.

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Fonte (canonical): https://idecrim.com.br/direito-do-trabalhador/pm-relata-ao-stf-falha-sinal-tornozeleira-bolsonaro-27/
