# Justiça marca julgamento de PMs por morte de modelo no Rio

> A Justiça do Rio de Janeiro marcou para 26 de novembro o julgamento dos policiais militares Rodrigo Correia de Frias e Marcos Felipe da Silva Salviano, acusados de envolvimento na morte da modelo Kathlen Romeu, atingida por tiro de fuzil em 2021. O caso tramita na capital fluminense e define responsabilidade criminal dos réus.

*IDECrim · Direito do Trabalhador · 25 de agosto de 2026 · Tâmara Quintanilha*

A Justiça do Rio marcou para 26 de novembro o julgamento dos PMs Rodrigo Correia de Frias e Marcos Felipe da Silva Salviano, acusados de envolvimento na morte da modelo Kathlen Romeu, atingida por tiro de fuzil em 2021.

A Justiça do Rio marcou para o dia 26 de novembro, às 10h, no II Tribunal do Júri da Capital, o julgamento dos policiais militares Rodrigo Correia de Frias e Marcos Felipe da Silva Salviano. Eles são acusados de envolvimento na morte da modelo Kathlen Romeu, atingida por um tiro de fuzil em 8 de junho de 2021, no Complexo do Lins, zona norte da capital.

A resposta direta: o júri popular está marcado para 26 de novembro, às 10h, no II Tribunal do Júri da Capital. Os réus respondem por homicídio qualificado, na forma do artigo 121, § 2º, inciso III, do Código Penal.

Kathlen Romeu, 24 anos, grávida de 13 semanas, tinha acabado de visitar a avó quando foi atingida no tórax durante operação da Polícia Militar. Socorrida, ela foi levada ao Hospital Salgado Filho, no Méier, mas não resistiu.

A juíza titular da 2ª Vara Criminal, Elizabeth Machado Louro, pronunciou os dois PMs com base no artigo 413 do Código de Processo Penal. Na sentença, de março de 2025, ela destacou que a materialidade está comprovada pelo laudo de necropsia e pelos esquemas de lesões. A autoria, segundo a magistrada, restou indiciada pela prova técnica, incluindo o laudo de reprodução simulada, embora a prova oral não tenha apontado que o disparo partiu dos acusados.

O caso segue para o Tribunal do Júri, onde os réus serão submetidos a julgamento popular. A decisão da Justiça ocorre após a fase de instrução processual, e cabe à defesa apresentar seus argumentos na sessão marcada para novembro.

Para quem acompanha o caso, a recomendação é buscar informações atualizadas nos canais oficiais do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que divulgará eventuais alterações na pauta do júri.

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Fonte (canonical): https://idecrim.com.br/direito-do-trabalhador/justica-marca-julgamento-pms-envolvidos-morte-modelo-rio/
