SP terá banco de dados com o DNA de criminosos e de vítimas de crimes

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A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo anunciou nesta terça-feira a criação de um banco de dados com o DNA de criminosos e de vítimas de crimes no Estado. O objetivo é confrontar perfis genéticos de suspeitos, e, com isso, ampliar a elucidação de crimes.


O confronto de perfis será feito entre amostras biológicas coletadas por médicos-legistas em vítimas de violência que depois serão confrontadas com amostras colhidas em suspeitos.


O banco deve beneficiar principalmente a solução de casos de violência sexual e de corpos encontrados sem identificação. Nesse caso, o confronto será realizado com o material de algum parente que solicitar a análise.


Além da polícia de São Paulo, essas informações também poderão vir a ser acessadas pela polícia de outros 14 Estados e, ainda, pela Polícia Federal --responsável pela criação da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos, de abrangência nacional.


A resolução que criou o banco foi assinada pelo secretário Antônio Ferreira Pinto na última sexta-feira (27) e publicada hoje no "Diário Oficial". O órgão ficará sob responsabilidade do Núcleo de Biologia e Bioquímica do Instituto de Criminalística --não foi divulgado o valor que será investido nem se haverá contratação de peritos ou técnicos.


Ele ainda não está funcionando, e aguarda definições que serão tomadas em uma reunião nesta quarta-feira, em Brasília. A reunião vai definir os aspectos jurídicos e como será feita a coleta e armazenamento das amostras genéticas.


 

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